O famoso post de final/começo de ano

Esses dias comecei a fazer uma lista de coisas que eu fiz em 2015, não foi muita coisa mas eu pensei “vou começar a anotar se não eu esqueço”.

Anotei e esqueci onde foi que anotei.
Fiquei com um pouco de preguiça de fazer outra lista e disse que não ia fazer , porém não cumpri minha palavra e cá estou eu, fazendo outra lista dessas de fim de ano.

No geral, pro mundo, 2015 foi um ano bem conturbado. Mas eu não tenho praticamente do que reclamar dele.

Segue um apanhado de coisas que fiz durante esse ano que consegui compilar com a ajuda da minha agenda.

– Tomei banho de caneca
– Vi Kaiser Chiefs pela 3ª vez
– Fiz um cartaz de Rest My Chemistry que eu gostei (tentei e falhei por muito tempo)
– Fiz meu primeiro bolinho de arroz
– Vi filmes do Wes e filmes do Ghibli no cinema
– Vi Interpol ao vivo, fiquei amiga do Daniel e entregamos o adesivo que fizemos
– Joguei Uno ouvindo Swans
– Ganhei um vinil de Viagem a Darjeeling
– Fiz uma revista
– Adotamos a Shoyu
– Mudamos de casa
– Tive uma cama, uma parede e muitos pôsteres
– Mas não tive uma porta ainda
– Voltei a ter uma janela com pôr do sol
– Conheci muita banda/música nova
– Assisti “Música Para Cortas os Pulsos” depois de muito tempo esperando
– Conheci muita gente legal (e ao contrário também)
– Fez um ano que me mudei pra cidade grande
– Conheci o Rio direito
– Vi Belle and Sebastian duas vezes, trombei com o Stuart no aeroporto
– Andei de avião pela primeira vez e tocou “Airline to Heaven” na decolagem
– Aumentaram meus cabelos brancos
– Terminei minha pós graduação
– Fiz 2 livros
– Trabalhei bastante
– Assistimos a um Star Wars no cinema
– Completei metade da metade de um século
– Contabilizei 3 edições do meu livro favorito
– Comi bastante pêssego

(ノ・ェ・)ノ I Could Be Dreaming

Olá blog, novamente, quanto tempo não?

Acho que durante esse tempo todo de recesso eu deveria uma explicação para os leitores – mesmo que poucos – dos meus sonhos estranhos.

Durante esse ano todo meu sono ficou passando por um período de instabilidade de residência, isso quer dizer: eu não tinha uma cama fixa. Ficava alternando entre meu colchão de ar, poltronas dos ônibus e quando eu voltava pra casa alguns finais de semana, minha amada caminha.
Como falei no post anterior, quase um ano atrás eu mudei de cidade e consequentemente a vida mudou junto. Foi um ano de adaptações, coisas novas, muita  correria, curso, trabalho dentre várias outras coisas que resultavam na Mariana chegando em casa só querendo dormir e mais nada. Com isso ficava passando uma névoa branca ou rolos de feno pela minha mente e eu acabei não produzindo nada pra cá, desculpa universo. Os sonhos mais elaborados que eu tinha eu acabava esquecendo de escrever e eles ficavam perdidos em notas do celular que não faziam o menor sentido quando eu ia tentar lembrar.

(eu tava assim)

Mas estamos aqui acreditando que esse período de branco nos sonhos tenha acabado pois agora eu tenho novamente uma cama 😀 (e uma parede em breve com muitos pôsteres!). Então o problema principal foi resolvido e logo mais eu volto com a programação normal daqui que é essa:

(mentira, nem tanto)

No mais, Belle and Sebastian fala (canta) por mim enquanto isso
Obrigada a todos pela paciência e pelos peixes!

Alô blog, quanto tempo!

coelhoEsses dias sonhei que eu estava participando de uma corrida de bicicletas e queria muito ficar entre os três primeiros colocados. Aumentei a velocidade da pedalada e não lembro se eu consegui chegar na final, mas acordei tão cansada como se tivesse corrido esse percurso todo na vida real.

Dai parei pra pensar e acho que corri mesmo.

Ano passado eu fiz um desses posts-clichês-de-fim-de-ano e vou fazer novamente.

2014 foi um ano bem doido, bem doido mesmo. Até o meio do ano ele já tinha sido ótimo por coisas que dei início, como minha pós, shows que eu fui, amigos que fiz em função disso dentre outras coisas que o Alzheimer não me deixa lembrar. Depois do meio do ano alguém pegou minha vida, jogou numa máquina de lavar, esfregou com pedra pome, tacou VANISH, sabão em pó, soda cáustica, centrifugou na velocidade máxima da máquina e deixou ali secando.
E então do meio do ano pra depois eu tive que aprender uma série de coisas que ainda estão no processo de “vivência”

Mas segue uma lista de um compilado dessas coisas

– Comecei a estudar onde eu sempre quis estudar;
– Comecei a estudar algo que eu sempre quis estudar;
– Vi duas vezes uma das bandas que eu mais queria ver: Arcade Fire;
– Conheci pessoas incríveis com isso que tornaram os shows mais incríveis ainda;
– Fui vestida de Totoro no show citado acima;
– Digievolui profissionalmente;
– Minha meta era sair de casa até os 25 anos e fiz isso com um ano de antecedência;
– Aprendi a me virar sozinha em vários pontos;
– Voltei a entender a saudade: saudade de casa, da minha cama, dos amigos que moram longe, dos meus bichos;
– Fiz um curso sobre meu diretor de cinema favorito;
– Vi meu filme favorito no cinema;
– Conheci muita música nova por conta dos amigos;
– Consequentemente fui a mais shows e aproveitei mais do que normalmente iria;
– Vi um filme do Ghibli no cinema – Na verdade eu vi alguns dos meus filmes favoritos no cinema;
– Comi várias coxinhas (no entanto a cota de empadinhas foi pouca);
– Concluí metade da minha pós graduação;
– Fiz isso com meu segundo projeto gráfico com uma nota alta;
– Protagonizei vários episódios de “Maris in the Big City”;
– Aumentei a escala de projetos pessoais (mas isso não quer dizer que eu tenha dado conta deles todos);
– Ganhei um unicórnio;
– Doie sangue pela primeira vez e adotei isso como algo que farei sempre;
– Ainda não peguei catapora

E esse foi um ano que espero ser uma sinopse dos próximos da vida de Mariana.
Encerro o post com uma citação famosa na sociedade atual: “Valeu forte abraço, 2014”

IMG_5522IMG_9036IMG_0308IMG_9796

mind-blow-emotional-sci-fi.

Quando eu era pequena lembro de ficar muito tempo na frente do espelho refletindo e procurando uma linha tênue entre eu e meu reflexo. Quem era eu e quem era o reflexo? Lembro que ia muito longe com isso e perdia (ou não) muito tempo nas tentativas de saber o que tinha através do espelho (Jostein Gaarder já sabia fazia tempo).

Essa poderia ser a sinopse de “The Congress”, mas ainda não me deixaram responsável por escrever as sinopses dos filmes do mundo. The Congress é um filme de 2013, dirigido por Ari Folman e a sua sinopse chata é essa aqui:

“Uma atriz envelhecida perde toda a reputação que conquistou, tanto que sua carreira nunca mais decolou. Isso muda quando ela recebe uma proposta: ceder sua imagem digital para um famoso estúdio em troca de nunca mais atuar. Depois que seu corpo é digitalizado, o estúdio é capaz de fazer filmes estrelados por ela usando apenas caracteres gerados por computador.”

que te deixa com -79 de vontade de ver o filme, mas por isso estamos aqui!
Já falei algumas outras vezes sobre filmes sobre sonho aqui e esse, igual a Paprika, precisava de um post único.

img 02 Continuar lendo

How Are The Things in Fantasia?

teste2 Bom, (ainda) não sonhei com o Paul Banks voando no Falcor. O Título do post foi uma estratégia para chamar atenção, não sei se deu certo, mas se você está aqui teremos um pouco dos dois então tudo bem continuar lendo, a decepção não vai ser total. Foram dois sonhos diferentes.

O primeiro foi com o Falcor, esse nosso amigo do selo de aprovação do blog. Se você não conhece o Falcor está aqui uma dica: o cachorrão que voa no filme da sessão da tarde. Assim todo mundo lembra dele, o que eu acho uma grande injustiça, pois Falcor é na verdade um dragão da sorte (meu dragão favorito) e na verdade se chama Fuchur, mas como diria o autor do próprio livro onde ele mora, essa é outra história que deverá ser contada em outra ocasião.

No meu sonho ele estava na sua forma “cachorrão que avoa” e ficava nadando e voando em um clube. Mas no clube tinha muita fiação e ele sempre se enroscava nos postes ou nadando e eu ficava preocupada. Até ele conseguir se soltar, veio perto de mim, passei a mão na cabeça dele, desejei boa sorte e ele foi embora. Acordei pensado que não havia sentindo algum em desejar boa sorte para um dragão da sorte, mas foi lindo!

E o outro sonho só me iludiu, pois sonhei que minhas aulas tinham voltado mas o lugar estava uma bagunça e eu fui matar aula (saudades, quinta série). Saí sem rumo por São Paulo e acabei numa casa de shows sinistra que mais parecia abandonada. Porém, para a minha surpresa, tinha um cartaz ali onde falava que teria um show do Interpol. Eu, que ˜na vida real˜ estou doando um braço por outro show deles desde 2011, quase tive um ataque do coração. Mas pensei que seria no final de semana ou outro dia, mas para a minha surpresa o show seria naquele mesmo dia ás 5 da tarde.

Sei que fiquei nervosa, corri conta o tempo, corri contra o limite do meu cartão de créditos pois a vida é uma só™ e consegui comprar. Quando tudo estava pronto e eu ia entrar para o show, eu acordei.

Falcor não me deu sorte no segundo sonho, mas espero que ele volte trazendo Paul Banks para um show na América do Sul.